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Liderança e Autoconhecimento


Essa semana, tivemos debates sobre liderança e autoconhecimento. Debatemos sobre o papel do líder e sua importância para a sociedade, para as organizações, igrejas, comunidades. Que a formação de um líder começa em casa. Da mesma forma como o indivíduo governa a sua casa, ele governará todas as coisas ao seu redor.


O que pudemos perceber é que, antes que exerçamos qualquer tipo de liderança ou governo externo, é preciso que governo interno esteja fluindo em nós. É no ambiente familiar o lugar onde temos mais liberdade para ser quem somos. É no nosso lar que somos alinhados, é o nosso laboratório.


Antes mesmo de liderar, precisamos liderar a nós mesmos sendo donos de nossas emoções, de nossos pensamentos e do que acontece em nosso interior, pois o reflexo do que se passa internamente é exteriorizado em ações verbais e não verbais.


Aprendemos que autoconhecimento vai muito além de clichês talvez seja uma das grandes razões de nossa existência! É olhar para dentro de nós mesmos para nos compreender, para que possamos compreender o outro.


O autoconhecimento nos permite ter uma percepção mais ampla acerca dos próprios valores e da forma como interagimos com as pessoas, ao reconhecer nossas forças e aceitar nossas fraquezas estaremos a caminho do nosso crescimento, e isso nos traz maior autocontrole e satisfação interior.


Para que um líder consiga aperfeiçoar e estreitar as suas relações com pessoas e, consequentemente, obter melhores resultados. O autoconhecimento é o meio que permitirá ao líder ter uma maior percepção a respeito desses aspectos e de como eles podem impactar nas suas relações interpessoais, inclusive com a própria organização que lidera, e que suas ações sejam mais profundas do que aquilo que apenas fala. Pois, o que a gente faz fala muito mais do que só falarmos.


Portanto, o autoconhecimento exige além da humildade, virtudes como a capacidade de fazer autocrítica, de ter autocontrole e muita maturidade emocional, pois, se alguém de fato, tem uma percepção tão diferente do nosso pensamento, este é um argumento valioso para revermos nosso posicionamento.


Aprendemos principalmente que por sermos humanos, não temos o controle do mundo exterior, mas podemos transformar o nosso interior.Saber qual é a nossa essência é uma reflexão constante, pois não nascemos com um manual de instruções, mas podemos passar a ser agente de nossas próprias ações, sendo nós mesmos.


Não podemos nos avaliar por parâmetros dos outros, pois cada um de nós tem um tempo para a sua própria evolução, seja ela social, profissional e espiritual.


Enfim é imprescindível amar primeiro a nós mesmos para conseguirmos bons relacionamentos. Então, como gostar de nós mesmos e aperfeiçoarmos nossos relacionamentos? Começamos nos relacionando-nos mais com nós mesmos!


E quanto às pessoas que estão em nossa volta, devemos prestar mais atenção! As pessoas mais queridas às vezes podem nos ferir, e talvez não nos amem tanto quanto gostaríamos, o que não significa que não nos amem muito, talvez seja o Máximo que conseguem, o mais importante é não transferir aos outros a responsabilidade de sermos felizes, cabe e nós a tarefa de apostar nos nossos talentos e realizar os nossos sonhos. Cabe somente a nós “SER O MELHOR” SENDO NÓS MESMOS”. Creio ser esse o sentido de autoconhecimento.




Professora Eliane Prado



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